Há momentos de privilégio…
Momentos em que temos o privilégio de regressar a “casa”…
Não às nossas paredes, mobílias, livros, etc. Não, não se trata disso.
Mas regressar a um outro espaço, a um outro ar, onde respirar é possível.
O ar é tão leve que torna os abraços fáceis e simples, naturalmente, longos.
Acreditamos que pertencemos aqui, não ao local, mas a esta relação,
A este toque de mãos, aquele abraço…
Reaprender que abraçar, sendo abraçado, é privilégio.
Mais, reconhecer-se privilegiado. Profundamente, privilegiado.
Chamou-nos o encanto da MILA e do VITOR,
A eterna paixão do ABEL
E o desejo de aprender “OS TOQUES - Fonte de Vida”.
Mas, na verdade, fomos experimentar que nas coisas essenciais pouco aprendemos,
Simplesmente recordamos
E reconhecemos que quando nos tornamos mais conscientes,
Assumimos, na medida do possível, a vida. A nossa vida,
Aquela que se esvai entre os nossos dedos e as nossas horas de tanta agitação.
Regressar a “casa”,
É uma oportunidade para se recentrar, da dispersão do mundo,
Rever critérios para as escolhas que estamos sempre a fazer,
Amanhecer para a intencionalidade e o poder de um toque
E despertar para todos os rostos que tentaram tocar-nos… e nem percebemos.
Regressar é assim privilégio…
Sentir-se privilegiado…
Ontem experimentamos este privilégio.
Ontem regressamos a “casa”.
Ontem estivemos no Telefone da Esperança.
Célia e Luís Campos
“Para todos os que amam a Vida e querem aprender a cuidar dela”
Cativou-me o entusiasmo da MILA e do VITOR,
Encantou-me a paixão do ABEL,
Recordei as palavras, sábias, que me TOCARAM há uns tempos atrás - “O TOQUE É FONTE DE EQUILIBRIO”. Saboreei e reflecti esta verdade porque O TOQUE dá vida aos nossos sentidos.
Senti o meu corpo, mais do que as palavras, como vector de aproximação.
Senti a grandeza e a profundidade do encontro que o TOQUE FISICO pode gerar, quando é bem comunicado.
Recordei e saboreei a importância da linguagem dos afectos;
O calor de um beijo, a doçura dos lábios a TOCAR o nosso rosto;
O aconchego de um abraço, os gestos suaves, o tacto atento…
A atenção delicada e subtil no cuidado à aproximação…O TOQUE terno e delicado a acompanhar aquele abraço, simples mas delicioso que me faz sentir cúmplice da expressão da Célia e do Luís - “Regressar a casa”- reconfortados, seguros, confiantes e amados.
Despertei para a consciência que o TOQUE FÍSICO só acontece na fase histórica da minha vida.
Hoje valorizo mais a sua importância.
Reforcei a convicção de que não há nada mais valioso do que o Ser Humano.
Só o Ser Humano tem a capacidade e a possibilidade de poder Amar deste jeito.
Sinto-me profundamente grata à Equipa do TELEFONE DA ESPERANÇA e ao grupo que nos fez experimentar - “OS TOQUES - Fonte de Vida”.
Paulinha
6 comentários:
Também tive o privilégio de fazer esta experiência e,mais palavras para quê? Depois de um testemunho destes...
Foi realmente MUITO BOM e na vossa companhia então...
Um abraço daqueles
Bom dia com alegria meus amigos,
Como me sinto feliz por sentir como se tivesse a ser "tocada" por vocês...
É tão bom, é tão bonito, ir sentindo..ir percebendo que a VIDA é LINDA, simples, carregadinha de momentos bons...carregadinha de momentos bons gratuitos - TOQUE -GRAÇA.
Sinto-me muito feliz por vocês.
Sinto-me muito feliz por sermos quem somos, HUMANOS!!
Muito obrigada pela vossa partilha.
Gosto muito muito de vocês
SHALOM
Olá Mila! e todos os que contigo/ connosco podem sentir este aconchego do toque que dá mais vida à vida.
Para mim estas "Jornadas" foram mais uns bons momentos de me rever na forma como dou e recebo toques. Quanta descoberta do caminho já percorrido e do muito que ainda há a percorrer. Obrigada a cada um pelas partilhas que de facto ma vão fazendo abrir e alargar os meus laços e horizontes...
Manela
Pois...
Eu não fiz a experiência e como gostaria de lá ter estado.
Mas não vou amarrar-me ao que não fiz, pois não o podia ter feito, apenas agarrar-me ao que sou e tentar fugir da mediocridade, aprendendo a saber e a conhecer-me a cada dia que vai passando.
Obrigada Mila, Célia, Luís e Paulinha.
Pois...
Eu não fiz a experiência e como gostaria de lá ter estado.
Mas não vou amarrar-me ao que não fiz, pois não o podia ter feito, apenas agarrar-me ao que sou e tentar fugir da mediocridade, aprendendo a saber e a conhecer-me a cada dia que vai passando.
Obrigada Mila, Célia, Luís e Paulinha.
Este blog é riquíssimo em Partilhas deliciosas!!!
Não costumo comentar, mas sempre que passo por aqui, fico encantada com o que encontro.
Muito obrigada Mila!
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