A Martinha também se sentiu chamada a partilhar connosco a sua experiência relativamente ao Curso de Autonomia Afectiva que se realizou em Janeiro. Sim, só hoje e sem eu contar, surpreende-me por email com o seu contributo.
Pronto, Martinha, muito obrigada! E olha, a imagem que vês foi tirada em Piodão onde eu o o meu marido estivemos há uns tempos. Vês? Este tua iniciativa, suscitou-me a rever as fotos e recordar... :)
A autonomia afectiva constrói-se…
Tal como uma casa precisa de alicerces (07 a 09 de Janeiro 2011); mão-de-obra que transforme as matérias-primas em produto aplicável e saiba suavemente revestir a estrutura, que conjuntamente com a garra e audácia de cada um permitiram inerentemente vencer as intempéries (sessões de acompanhamento) e activar a coragem para passar à fase de acabamentos, sem, em contínuo, descorar o desejo de evitar a ruína comungando para isso da manutenção dessa edificação (os dias que nascem e renascem até à morte - a cada um uma nova oportunidade).
Esta casa tem os afectos como recheio, os sentidos como portas e janelas e renuncia a telhas, abdica de sótão. O céu é o limite, pois o coração imana aromas e sabores demasiado preciosos e deliciosos para ficarem a ela confinados, a sua partilha é descomedidamente gratificante. No jardim cultiva-se a sabedoria, entre ervas daninhas e árvores, que na Primavera sempre florescem para dar fruto.
Eu, tu, nós, somos os únicos jardineiros, os inéditos cozinheiros, os verdadeiros governantes, os reais donos desta casa.
Agradeço aos meus vizinhos (Ana; Margarida; Marieta; Raquel N. e Raquel S.; Sónia, Teresa e Vítor) e aos mestres (em particular à Manela e Rosa) que comigo trabalharam nesta obra e estão certamente disponíveis para me ajudarem nos consertos, reformas e e/ou restauro.
Um bem-haja.
Até sempre!
Até breve.
Tal como uma casa precisa de alicerces (07 a 09 de Janeiro 2011); mão-de-obra que transforme as matérias-primas em produto aplicável e saiba suavemente revestir a estrutura, que conjuntamente com a garra e audácia de cada um permitiram inerentemente vencer as intempéries (sessões de acompanhamento) e activar a coragem para passar à fase de acabamentos, sem, em contínuo, descorar o desejo de evitar a ruína comungando para isso da manutenção dessa edificação (os dias que nascem e renascem até à morte - a cada um uma nova oportunidade).
Esta casa tem os afectos como recheio, os sentidos como portas e janelas e renuncia a telhas, abdica de sótão. O céu é o limite, pois o coração imana aromas e sabores demasiado preciosos e deliciosos para ficarem a ela confinados, a sua partilha é descomedidamente gratificante. No jardim cultiva-se a sabedoria, entre ervas daninhas e árvores, que na Primavera sempre florescem para dar fruto.
Eu, tu, nós, somos os únicos jardineiros, os inéditos cozinheiros, os verdadeiros governantes, os reais donos desta casa.
Agradeço aos meus vizinhos (Ana; Margarida; Marieta; Raquel N. e Raquel S.; Sónia, Teresa e Vítor) e aos mestres (em particular à Manela e Rosa) que comigo trabalharam nesta obra e estão certamente disponíveis para me ajudarem nos consertos, reformas e e/ou restauro.
Um bem-haja.
Até sempre!
Até breve.
1 comentário:
Não importam os atrasos... Im+PORT+ante é que cada um, na sua hora, não se omita. É sempre o mesmo desafio: - TU, QUE VÊS, O QUE ESTÁS A FAZER DA TUA LUZ ?!... Experiências como esta de que fala a Martinha não são para ficar debaixo do alqueire.
Há aqui um verdaeiro poema de amor - que sempre precisa começar pelo APRENDER A AMAR-SE A SI PRÓPRIO, para poder datr amor de presente aos oputros...
Obrigado, Martinha. Xi Abel
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