Auto-Estima
(Constituir-se em seu próprio desafio)
No T.E., está já em curso a formação de dois novos grupos para trabalhar a Auto Estima. Trata-se de um conceito abstracto, ainda que com fundamento numa realidade interior bem sentida, porque muito nossa. O curso dedica toda uma sessão (a nº 2) à “descoberta” d’O Que É a auto estima. Mas o processo de conceituação (elaboração do nosso próprio conceito de auto-estima) jamais estará acabado. Trata-se de captar essa subtil realidade interior que mexe nas nossas emoções e vai gerando o nosso bem-estar e/ou o nosso mal-estar. E, isso, sabemo-lo bem, sempre está em mudança, com avanços e recuos, ainda que passível de palpáveis consolidações (=reestruturação mental da pessoa em seu processo de ser-mutante...).
É um facto que todos têm auto-estima. Ninguém pode não ter auto-estima (sem um mínimo dela, a pessoa não resistiria aos vendavais da vida...). Entretanto, TODOS podem (e precisam, porque, às vezes os ventos sopra forte...) melhorar a sua auto-estima. Porque ninguém tem já uma auto-estima já completa, plenificada.
Perigos que sempre nos espreitam:
Tomar a nuvem por Juno – isto é, pegar nos efémeros efeitos e julgar que já estou a agarrar a causa...; olhar para o dedo que aponta as estrelas, em vezes de procurar as estrelas para onde o dedo aponta...; confundir a parte com o todo: ainda ando nos “vislumbres” e “incho” como se já tivesse a luz; inconscientemente, contentar-se com os benefícios negativos da pequena parte como fuga ao trabalho exigido pelo todo...
Observações:
1º. Não há auto-estimómetros que nos informem correctamente sobre se tenho ou não tenho mais ou menos auto-estima do que o outro... Podemos, quando muito, a partir d’aquela aragem (...) vislumbrar o que irá n’aquela carruagem. Mas um vislumbre não é uma visão correcta.
2ª. Os testes são apenas instrumentos de trabalho que podem ajudar-nos a conhecermo-nos melhor, se prosseguirmos o trabalho. Podem (e precisam), inclusive, ser aprimorados. Mas não são máquinas fotográficas que forneçam o retrato de ninguém ...
3ª CONCLUSÂO: Experimente, tente tomar-lhe o gosto e logo verá que a auto estima é o termómetro que nos pode indicar a nosso grau de resistência às ameaças constantes de desequilíbrio emocional...
(Constituir-se em seu próprio desafio)
No T.E., está já em curso a formação de dois novos grupos para trabalhar a Auto Estima. Trata-se de um conceito abstracto, ainda que com fundamento numa realidade interior bem sentida, porque muito nossa. O curso dedica toda uma sessão (a nº 2) à “descoberta” d’O Que É a auto estima. Mas o processo de conceituação (elaboração do nosso próprio conceito de auto-estima) jamais estará acabado. Trata-se de captar essa subtil realidade interior que mexe nas nossas emoções e vai gerando o nosso bem-estar e/ou o nosso mal-estar. E, isso, sabemo-lo bem, sempre está em mudança, com avanços e recuos, ainda que passível de palpáveis consolidações (=reestruturação mental da pessoa em seu processo de ser-mutante...).
É um facto que todos têm auto-estima. Ninguém pode não ter auto-estima (sem um mínimo dela, a pessoa não resistiria aos vendavais da vida...). Entretanto, TODOS podem (e precisam, porque, às vezes os ventos sopra forte...) melhorar a sua auto-estima. Porque ninguém tem já uma auto-estima já completa, plenificada.
Perigos que sempre nos espreitam:
Tomar a nuvem por Juno – isto é, pegar nos efémeros efeitos e julgar que já estou a agarrar a causa...; olhar para o dedo que aponta as estrelas, em vezes de procurar as estrelas para onde o dedo aponta...; confundir a parte com o todo: ainda ando nos “vislumbres” e “incho” como se já tivesse a luz; inconscientemente, contentar-se com os benefícios negativos da pequena parte como fuga ao trabalho exigido pelo todo...
Observações:
1º. Não há auto-estimómetros que nos informem correctamente sobre se tenho ou não tenho mais ou menos auto-estima do que o outro... Podemos, quando muito, a partir d’aquela aragem (...) vislumbrar o que irá n’aquela carruagem. Mas um vislumbre não é uma visão correcta.
2ª. Os testes são apenas instrumentos de trabalho que podem ajudar-nos a conhecermo-nos melhor, se prosseguirmos o trabalho. Podem (e precisam), inclusive, ser aprimorados. Mas não são máquinas fotográficas que forneçam o retrato de ninguém ...
3ª CONCLUSÂO: Experimente, tente tomar-lhe o gosto e logo verá que a auto estima é o termómetro que nos pode indicar a nosso grau de resistência às ameaças constantes de desequilíbrio emocional...
Abel Magalhães
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