quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

As nossas "Feirinhas"

Aqui está de novo o Abel deslumbrado a partilhar uma iniciativa que tem feito valer todo o esforço que possa implicar. Sim, estas coisas são muito bonitas de se ver e de se dizer, mas por trás disso está uma grande luta e persistência para levar acabo a realização desses Sonhos. Mas, com a UNIÃO que se tem feito sentir, tudo tem vindo a correr bem.

Ontem, por exemplo, a experiência superou as nossas expectativas! O importante não é a quantidade do que se vende, mas a adesão à visita e convívio dos nossos irmãos. Tal como a forma como cada um Lê estas coisas. E, já agora, para quem não teve a oportunidade de estar desta vez connosco, pode ainda estar sábado das 17h às 19h e depois de Celebrarmos a Eucaristia.

Ainda temos lá coisas muito giras e baratinhas à vossa espera :)
Até sábado.


"São 04.00h da tarde. Dá gosto vê-las. E, mais ainda, entrar na roda também. Mesmo que seja só para ouvir o Rui brincar: - Boa tarde! Então, o senhor é que é a ‘empresa transportadora” do material para a feira?!... Para quem está fora desta piada, há que aclarar: o Rui é Pe Rui Santiago, da nossa Comunidade, aquele amigo de coração grande, que acolheu o sonho da Equipa das FEIRINHAS e Cª - fazer ali no Seminário de Cristo Rei uma feirinha para divulgação do T.E. e, se calhar, recolher também alguns €, que sempre faltam para ir mais além nesse Pro+jecto, palavra nova em Portugal.
Começou-se pelas instruções de como arrumar, naquela Sala da Catequese, os três grupos “feirantes” (Redentoristas, com os livros do Pe Santos e Pe Rui, Equipa dos Ícones, com a selecção e habilidades da Susana e o Telefone da Esperança, com uma panóplia de coisas que podem ser úteis em qualquer casa e/ou para ofertas de Natal). Estava a mesa a compor-se com a exposição do que levamos e chega o Carlos. No seu jeito terno de brincar, na permuta daquele abraço que ele tão bem sabe dar, informa: - Isto é para ti. Quer dizer, o conteúdo... porque o continente é meu... Eram os sempre apreciados trabalhos da Glória, já com as contas de gastos de material e tudo, para podermos fixar os preços. (Para quem não sabe: A filosofia do T.E. é de que o voluntário dê o seu tempo e as habilidades / competências, mas não seja mais sacrificado com o peso dos € que tenha de gastar para ser voluntário... Com esse peso poderão outros carregar – também como forma de ajuda). Entretanto, a Bé, nossa companheira, também passou para nos mostrar a sua bébé – rechonchudinha e sorridente, a lembrar-nos que todos nascemos para ser Príncipes ou Princesas de um Reino que herdamos e que a cada um compete, ao longo do tempo, ir descobrindo / construindo...
Montada a feira, fechada a porta, cada um foi-se. A fervilhar de expectativas – vida e morte de todo o relacionamento. Será que o público vai aderir ? Será que a iniciativa só traz desgaste, dores de cabeça e nada de vendas?!... Mas a esperança também fervilhava. Porque o amor, quando é de qualidade, é sempre fecundo – difusivum sui, a derramar-se, por natureza. A fazer com+UNI(h)+ão...
Às 21.30h foi o Encontro da Comunidade. Para reflectirmos “algumas ideias para uma Teologia de Advento e Natal”. Pego no “algumas ideias” e no “uma teologia”. Dá-me gosto saborear assim esta liberdade com seu quê de aconfessional... Não no sentido de vergonha de mostrar a fé que se tem, mas no sentido de que todos cabem aqui. Para buscar, para experimentar novas formas de expressar a nossa vocação para Ser Gente e Ser Crente... ... O que aconteceu depois irei contar-vo-lo a seguir... Tudo foi para além de... "


Abel Magalhães





1 comentário:

Isabel (Bé) disse...

Olá com muita ALEGRIA

Que bem que me soube ver-nos aparecer no "entretanto"!!! e às 4h da tarde...
Que bonito que tu és Abel e com que simplicidade apresentas um momento, um trabalho, um Pro+jecto de tão Grande Graça.

E tu, minha querida Mila, sempre atenta e sempre pronta a ajudar. Obrigada por esse coração e mãos cheios de AMOR.

SHALOM