Recebi esta carta de Jesus e perguntei-lhe se a podia encaminhar para todo o mundo. Ele respondeu-me que é para todos, TODOS.
Não te preocupes, nem inquietes!
Sabes, Eu conheço-te.
Conheço as tuas potencialidades. Sei da tua alegria, da tua força de vontade, da tua generosidade e coragem para estares aqui, hoje…
Conheço, também, a tua miséria, as tuas tribulações e problemas, a tua fraqueza e as tuas enfermidades…
Conheço a tua aridez, os teus pecados, as tuas maldades voluntárias, as tuas quedas, as tuas fragilidades…
Conheço, igualmente, o teu fervor e a tua fé, a tua esperança e o teu amor…
Por isso, digo-te: Abandona-te! Não tenhas medo, nem te inquietes!
Dá-me o teu coração!
Ama-me como és e assim como te sentes neste momento!
Sou Eu que te desafio e te digo, Eu que te amo e te estimo:
Entrega-te! Confia!
Tu pertences-me. Sou um apaixonado por ti…
Se esperas ser perfeito para me amares, para te abrires ao amor, não me amarás nunca.
Mesmo que caias na tentação de não cumprir a vontade do Pai, Eu não permito que não me ames!
Ama-me como tu és, em cada instante, na situação concreta em que te encontras neste preciso instante.
Ama-me como és!
Queres ver?!
Olha os lírios do campo, olha os pássaros do céu, os peixes do mar e tudo o que se move nos oceanos… Alguma vez lhes faltou algo?!
Então, confia!
Quero a tua disponibilidade.
Quero-te a ti!
Quero ver brotar o amor do fundo do teu coração.
Amo em ti tudo, sobretudo aquilo a que chamas fraqueza.
Gosto do amor dos frágeis, dos pobres, dos simples.
Quero que da tua fragilidade se levante continuamente este grito:
Abbá, meu papá, eu amo-te!
É o canto do teu coração que me interessa: Ama!
O amor fará tudo o resto.
Busca apenas uma coisa: encher de amor o momento presente.
Hoje, detenho-me à tua porta e bato. Se me abrires, entrarei e cearei contigo.
Não se perturbe o teu coração!
Abandona-te!
Eu sou o Senhor, teu Deus!
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