quarta-feira, 2 de julho de 2014

Isto de ser Redentorista tem muito que lhe diga…


Parte 3

Tinha ficado de partilhar o que me encanta no jeito de ser cristão que os Redentoristas escolheram para si.
No entanto, isso vai ficar para a próxima semana.
Desta vez, tenho de explicar o motivo do meu atraso no post desta semana e, a partir dessa experiência, falar um pouco disso que é ser Redentorista.
No Domingo passado, no Centro de Catequese Santo Afonso (o Centro de Catequese Redentorista do Porto, que tem o nome do fundador da Congregação), organizamos um arraial solidário.
Logo de manhãzinha, já estávamos a servir o pequeno-almoço.
Depois, celebrámos juntos a eucaristia.
Após a eucaristia, houve tempo para teatrices, entrega à Vida Norte de bens comprados com as moedinhas pequeninas (de 1 a 5 cêntimos) que juntámos ao longo do ano, venda de rifas, sorteio de cabazes, carne na brasa, pipocas, algodão doce, UNO, Lotto, …
As vendas foram feitas  recebendo em troca dinheiro e bens. Os bens seguiram para a Chikigentil. O dinheiro para a Vida Norte e para a Casa Jovem da Vitória.
À vinda para casa, pus-me a pensar se aquilo se “encaixava” no tema do nosso ano: celebrar aqui.
Pensando, acho que sim.
Uma das grandes novidades de Santo Afonso, no século XVIII, foi aproximar-se do dia-a-dia das pessoas, quando a maioria dos padres estava lá nos seus púlpitos, bem distante. Santo Afonso usou música (ainda hoje, a música de Natal mais popular é da sua autoria) e foi próximo das tradições populares.
Outra das novidades de Afonso foi um permanente cuidado com aqueles que menos “contavam”.
Nos últimos anos, no Centro de Catequese, temos andado, aos poucos, a mastigar um bocadinho isso: como nos podemos tornar presentes para os que não “contam”.
Uma das vias tem sido ajudar associações que se dedicam a tratar dos mais vulneráveis.
Este ano, para além do apoio regular à Chikigentil, ajudámos a Vida Norte, que apoia mulheres para quem o maior presente na vida (um filho) chegou na “altura errada”, e a Casa Jovem da Vitória, em que se esforçam por capacitar jovens que nasceram num meio complicado.
Acredito que aqui há um dedo de Afonso…

Talvez, no fundo, neste post, haja um pouco do que me encanta na Congregação…

Para a semana há mais…Até já!

Micaela Lemos Madureira

2 comentários:

CLARACRUZ disse...

Cristo está aqui, neste texto, muito presente. Obrigada
Maria Clara Cruz

Micaela Madureira disse...

Maria Clara Cruz, espero que Cristo, a cada dia, se possa tornar mais presente nas nossas vidas.