Parte 3
Tinha ficado de partilhar o que me encanta no jeito de ser cristão que os Redentoristas escolheram para si.
No entanto,
isso vai ficar para a próxima semana.
Desta vez,
tenho de explicar o motivo do meu atraso no post desta semana e, a partir dessa
experiência, falar um pouco disso que é ser Redentorista.
No Domingo
passado, no Centro de Catequese Santo Afonso (o Centro de Catequese
Redentorista do Porto, que tem o nome do fundador da Congregação), organizamos
um arraial solidário.
Logo de
manhãzinha, já estávamos a servir o pequeno-almoço.
Depois, celebrámos juntos a eucaristia.
Após a eucaristia, houve tempo para teatrices, entrega
à Vida Norte de bens comprados com as moedinhas pequeninas (de 1 a 5 cêntimos)
que juntámos ao longo do ano, venda de rifas, sorteio de cabazes, carne na
brasa, pipocas, algodão doce, UNO, Lotto, …
As vendas foram feitas
recebendo em troca dinheiro e bens. Os bens seguiram
para a Chikigentil. O dinheiro para a Vida Norte e para a Casa Jovem da
Vitória.
À vinda para casa, pus-me a pensar se aquilo se
“encaixava” no tema do nosso ano: celebrar aqui.
Pensando, acho que sim.
Uma das grandes novidades de Santo Afonso, no século
XVIII, foi aproximar-se do dia-a-dia das pessoas, quando a maioria dos padres
estava lá nos seus púlpitos, bem distante. Santo Afonso usou música (ainda
hoje, a música de Natal mais popular é da sua autoria) e foi próximo das
tradições populares.
Outra das novidades de Afonso foi um permanente
cuidado com aqueles que menos “contavam”.
Nos últimos anos, no Centro de Catequese, temos
andado, aos poucos, a mastigar um bocadinho isso: como nos podemos tornar
presentes para os que não “contam”.
Uma das vias tem sido ajudar associações que se
dedicam a tratar dos mais vulneráveis.
Este ano, para além do apoio regular à Chikigentil, ajudámos a Vida Norte, que apoia mulheres para quem o maior presente na vida (um filho) chegou na “altura errada”, e a Casa Jovem da Vitória, em que se esforçam por capacitar jovens que nasceram num meio complicado.
Este ano, para além do apoio regular à Chikigentil, ajudámos a Vida Norte, que apoia mulheres para quem o maior presente na vida (um filho) chegou na “altura errada”, e a Casa Jovem da Vitória, em que se esforçam por capacitar jovens que nasceram num meio complicado.
Acredito que aqui há um dedo de Afonso…
Talvez, no fundo, neste post, haja um pouco do que me
encanta na Congregação…
Para a semana há mais…Até já!
Para a semana há mais…Até já!
Micaela Lemos Madureira
2 comentários:
Cristo está aqui, neste texto, muito presente. Obrigada
Maria Clara Cruz
Maria Clara Cruz, espero que Cristo, a cada dia, se possa tornar mais presente nas nossas vidas.
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