O meu feedback acerca do curso de Assertividade e Relações Humanas do Telefone da Esperança (TE)
Já não fazia um curso do Telefone da Esperança há algum tempo e, por isso, assumi este curso como um voltar mais explícito às "cadeiras da escola", como uma tomada de consciência de que se está a caminho, de que eu estou a caminho, do qual já percorri parte mas com muito pela frente (caso tenha essa possibilidade).
Já não fazia um curso do Telefone da Esperança há algum tempo e, por isso, assumi este curso como um voltar mais explícito às "cadeiras da escola", como uma tomada de consciência de que se está a caminho, de que eu estou a caminho, do qual já percorri parte mas com muito pela frente (caso tenha essa possibilidade).
Desde o primeiro momento, o próprio título do curso me cativou: Assertividade e Relações Humanas. Gostava de ser assertiva, muito mais assertiva, menos precipitada e impulsiva e isto nas várias relações que estabeleço: com a família (que muitos ataques de impulsividade atura), com os amigos, colegas de trabalho e outros. E por isso, no final do dia 19 rompi com o hábito e fui para o TE.
O curso abordou de forma bastante detalhada os vários tipos de comunicação e, após o preenchimento inicial de um breve questionário, os resultados "vieram à tona". Os meus não foram uma surpresa...
Apesar de uma atitude maioritariamente assertiva, os ataques de raiva, agressividade e perda de paciência assumiram um papel de destaque. O que fazer agora?
De acordo com o mencionado no curso, já tenho metade da solução pois tudo começa com uma tomada de consciência. Contudo, o desafio era (e é) passar à prática e isso apenas com o tempo, no contacto com os demais, em diferentes situações e contextos.
Não há fórmulas mágicas e por isso não saí do curso como a pessoa mais assertiva do mundo. Assumo-me, ao invés, como uma aspirante a Assertiva. 
Helena Ribeiro
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