Olha Jesus, apetece-me ficar assim de novo sossegadinha conTigo!
Sabes como andei agitada, de coração aos pulos sem saber o que fazer, nem o que pensar. Na indecisão do que devo ou não fazer.
Às vezes sinto-me insegura e com medo de não ser capaz, mas sei que contigo tudo posso. É na minha fragilidade, que me mostras através do teu Amor o quanto posso.
Ajuda-me a descobrir os caminhos da vida que sonhaste para mim. Aqueles que só o teu amor poderia conceber . Aqueles onde me vou gerando como tua filha e me vou descobrindo pertença de uma família enorme de irmãos e irmãs.
Ajuda-me a despedir-me de tudo o quanto não é necessário para caminho. Tudo o que só pesa e me impede ou desvia de andar.
Ajuda-me a discernir o caminho que sonhaste para mim. A descobri-lo, a acarinha-lo, a amá-lo! A construi-lo sempre contigo!
E que o Espírito Santo aninhado no meu coração, a correr pelas veias da humanidade, me vá sempre ajudando a descobrir a tua vontade, e só a tua, que sei que é o melhor para mim.
Obrigada por não me largares a mão, obrigada por senti-la na minha!
terça-feira, 29 de setembro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
A "famosa"fé desfeinada...
Na sequência do noticiário de ontem, relacionado com a notícia da vinda do Papa a Fátima em Maio próximo, foi-me bem visível nos comentários de quem foi entrevistado, uma fé empobrecida e tão vazia de sentido.... Com isto, juro que não quero de maneira nenhuma ferir susceptibilidades, até porque eu também já fiz parte dessa fé, a qual não me fez nem mais nem menos feliz.
Felizmente, tive a sorte de encontrar mediações de Deus que muito concretamente, terra a terra, me fizeram experimentar que para além do que lhe chamamos fé, há muito mais para descobrir... Não é só uma questão de crença, é uma questão de aprendermos a saborear a vida no melhor que ela tem em nós e para os outros.
É deixarmo-nos conduzir pela acção do Espírito Santo em nós que nos vai recriando cada vez mais na descoberta de um Deus de absoluta Fidelidade e Amor. E assim tudo muda... Tudo em nós se vira do avesso, porque nos transforma, acreditando na Esperança de uma vida mais Feliz e realizada. Dando sentido ao que realmente vale a pena, deitamos no caixote do lixo o que tínhamos guardado numa gaveta que há muito tempo já cheirava a mofo e só servia para nos incomodar ou acomodar...!
Com isto fica aqui um texto, que já o li e reli há muito tempo, mas que sem dúvida me fez no melhor momento reflectir muito!!!
"Dá-me sempre que pensar, quando alguém à minha beira pede um
café descafeinado.
Acho uma invenção muito estranha!
Sabes o que é um café descafeinado, não sabes?
Sabe a café, cheira a café, parece café… mas já não tira o sono.
Arranjámos um modo de ficar na boca com o gosto do café, mas de maneira a que depois possamos dormir tranquilamente.
E quando penso no café descafeinado, lembro-me sempre que se meteu muito esta lógica no cristianismo nos últimos tempos...
Às vezes, parece que não há muito mais do que uma fé desfeinada...
Sabe a fé, cheira a fé, parece fé… mas já não muda nada, não nos transforma, nem transforma à nossa volta. Parece que lhe tiramos muitas vezes a força transformadora e recriadora de corações, como tirámos a cafeína ao café.
Parece que fizemos da Fé um suceder de rituais aprendidos, mas que já não nos põe em casa, não nos faz estar despertos para a Vida, não nos mantém acordados no acolhimento e anúncio da Palavra de Deus e das palavras dos outros.
Às vezes, sentamo-nos num banco de Igreja como numa mesa onde se toma um café descafeinado.
Bebemos a nossa dose, cumprimos o ritual, deixamos nas bordas do coração um travo leve de fé, mas de maneira a que não nos tire o sono, não nos estimule nem desinquiete, de maneira a que não nos possa dizer que temos de mudar!
Depois, costumamos levantar-nos e seguir o nosso caminho, como se nem sequer nos tivéssemos sentado…
SHALOM"
Felizmente, tive a sorte de encontrar mediações de Deus que muito concretamente, terra a terra, me fizeram experimentar que para além do que lhe chamamos fé, há muito mais para descobrir... Não é só uma questão de crença, é uma questão de aprendermos a saborear a vida no melhor que ela tem em nós e para os outros.
É deixarmo-nos conduzir pela acção do Espírito Santo em nós que nos vai recriando cada vez mais na descoberta de um Deus de absoluta Fidelidade e Amor. E assim tudo muda... Tudo em nós se vira do avesso, porque nos transforma, acreditando na Esperança de uma vida mais Feliz e realizada. Dando sentido ao que realmente vale a pena, deitamos no caixote do lixo o que tínhamos guardado numa gaveta que há muito tempo já cheirava a mofo e só servia para nos incomodar ou acomodar...!
Com isto fica aqui um texto, que já o li e reli há muito tempo, mas que sem dúvida me fez no melhor momento reflectir muito!!!
"Dá-me sempre que pensar, quando alguém à minha beira pede umcafé descafeinado.
Acho uma invenção muito estranha!
Sabes o que é um café descafeinado, não sabes?
Sabe a café, cheira a café, parece café… mas já não tira o sono.
Arranjámos um modo de ficar na boca com o gosto do café, mas de maneira a que depois possamos dormir tranquilamente.
E quando penso no café descafeinado, lembro-me sempre que se meteu muito esta lógica no cristianismo nos últimos tempos...
Às vezes, parece que não há muito mais do que uma fé desfeinada...
Sabe a fé, cheira a fé, parece fé… mas já não muda nada, não nos transforma, nem transforma à nossa volta. Parece que lhe tiramos muitas vezes a força transformadora e recriadora de corações, como tirámos a cafeína ao café.
Parece que fizemos da Fé um suceder de rituais aprendidos, mas que já não nos põe em casa, não nos faz estar despertos para a Vida, não nos mantém acordados no acolhimento e anúncio da Palavra de Deus e das palavras dos outros.
Às vezes, sentamo-nos num banco de Igreja como numa mesa onde se toma um café descafeinado.
Bebemos a nossa dose, cumprimos o ritual, deixamos nas bordas do coração um travo leve de fé, mas de maneira a que não nos tire o sono, não nos estimule nem desinquiete, de maneira a que não nos possa dizer que temos de mudar!
Depois, costumamos levantar-nos e seguir o nosso caminho, como se nem sequer nos tivéssemos sentado…
SHALOM"
quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Hoje, alguém, que me é muito especial, disse-me: "Se houvesse alguma possibilidade na China ia lá mesmo a pé!"
Fez-me reflectir...! É claro que ir à China a pé é impossível, mas só a FORÇA com que foram ditas essas palavras, mostram bem como Deus é poderoso no AMOR e que só pode o que pode o AMOR. O Deus que quando pode, corre por nós... o AMOR que corre por nós e para nós...
Fez-me reflectir...! É claro que ir à China a pé é impossível, mas só a FORÇA com que foram ditas essas palavras, mostram bem como Deus é poderoso no AMOR e que só pode o que pode o AMOR. O Deus que quando pode, corre por nós... o AMOR que corre por nós e para nós...
sábado, 19 de setembro de 2009
Hoje é conTIGO que falo!!!

Obrigada por me dares a capacidade de descobrir a forma mais fecunda de Te encontrar. O silêncio que encontro dentro de mim própria para Te sentir e Te escutar no essencial. Sentir a Liberdade de dizer o que espontâneamente tenho vontade, sem sítio e hora marcada e sem regras impostas por rezas feitas e decoradas. É deste jeito que gosto de estar conTigo. É deste jeito que faz todo o sentido e Tu sabes muito bem como estes momentos se tornam mágicos para mim. Descubro a forma mais interior que tenho de me encontrar no melhor de mim mesma! É delicioso sentir o sabor destas coisas que me deixam sempre mais forte e com uma facilidade de discernir os obstáculos com outra sabedoria.
A cada dia que passa surpreendes-me cada vez mais! Encontro algo que me encanta e me faz sorrir o coração. Vejo milagres acontecer diante dos meus olhos. Sinto-me parte de uma história que é tua também. Quando a assumo percebo que é maior que a minha, onde eu não sou insignificante, mas ajudo a construí-la: a história da tua ternura connosco, a história da tua ternura comigo. Não a escrevo sozinha, mas contigo. Estendes-me a mão e dás-me a independência e a liberdade de a saber amar e transmitir.
Dá-me aquela força interior que tu tão bem conheces! Aquela que desencanto não sei bem onde, nem porquê, mas que me dá a garra de viver cada dia melhor, mais feliz e realizada. Sinto-te a dizer "Força! És capaz!" A tomar partido por mim, pela minha história, a assumi-la na plenitude, com a liberdade de que só o amor é capaz. Sinto que acreditas cada vez mais em mim, que me lanças sempre mais além do que eu poderia imaginar e sonhar! E parece mesmo que o sonho comanda a vida, comanda as tropas que derrotam as montanhas que pareciam intransponíveis e que afinal, tantas vezes, só estão dentro de mim. Exulto de alegria, exulto de uma alegria profunda quando vejo frutos da persistência, da paciência tornarem-se nossos. E serem não a minha história, mas a nossa história. E porque é a nossa história faz parte da História maior que me leva a exultar de alegria que Deus é Bom, Grande e Fiel! A minha força, a minha fortaleza, a minha rocha firme. O meu Libertador. O nosso Jesus Ressuscitado!!!
Bem Aventurados os que descobrem o gozo e o prazer de saborear o segredo das suas vitórias.
Bem Aventurados os que experimentam o sabor e a alegria de saber Louvar.
Jesus, não posso deixar de te dizer que este momento de conversa conTigo, soube-me muito, mas muito bem!!! Por agora, sabes que tenho de terminar, mas, por favor, não largues a tua mão da minha!!!
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Liberdade de ser Farol
Olá!
Este fim-de-semana, fomos para um sítio diferente: Ílhavo, em Aveiro.
Quando chegamos, fomos brindados com a bela história que já puderam ler no post anterior. Depois, falamos sobre a importância da nossa história enquanto grupo e no papel de cada um, isto é, na importância de cada um ser farol para os outros. Este é o objectivo principal do grupo.
De seguida, tivemos um momento relaxante no qual tínhamos um pedaço de plasticina na mão e, ao ouvirmos uma história, tivemos de moldar a nossa plasticina de maneira a dar-lhe a forma de um símbolo que nos representasse.
Como o grupo contém várias idades, no momento seguinte os mais novos foram preparar uns cartazes e fazer alguns trabalhos manuais, enquanto os mais velhos estiveram a reflectir individualmente sobre a história da Filipinha, sobre acontecimentos, coisas e pessoas importantes na nossa vida e sobre as coisas menos agradáveis. Esta última reflexão foi também feita pelos mais pequenos, sendo que fomos apoiados por uma actividade que consistia em escrevermos em pedras as coisas desagradáveis e depois tivemos de as carregar todo o dia. No início da noite, depois do jantar, fizemos um “Fogo de concelho”, com uma fogueira no meio onde depositamos as pedras. O objectivo era percebermos que as coisas más que nos acontecessem, as pedras que carregamos, ocupam um espaço muito grande que, por vezes, nos impede de receber coisas boas.
Durante a tarde, tivemos ainda a oportunidade de animar a eucaristia. Foi um momento muito importante na medida em que estivemos a cantar para pessoas que não sabiam que nós existíamos e, que com os sorrisos que fizeram, se mostraram mais felizes. No final tivemos, ainda a oportunidade de vender alguns dos nossos cds, e durante a abordagem a um senhor, este disse-nos para dizermos aos nossos familiares para votarmos na Manuelinha. =) Coitado.
No dia seguinte, estivemos com a Irmã Maria do Céu, que compôs algumas das músicas que nós cantamos e que nos contou que o facto de ter matado pardais com uma pistola de chumbos na sua juventude a inspirou a fazer uma canção sobre um caçador. Duas das canções escritas pela Irmã foram depois dramatizadas pelos mais pequeninos.
Durante a tarde, tivemos ainda a oportunidade de animar a eucaristia. Foi um momento muito importante na medida em que estivemos a cantar para pessoas que não sabiam que nós existíamos e, que com os sorrisos que fizeram, se mostraram mais felizes. No final tivemos, ainda a oportunidade de vender alguns dos nossos cds, e durante a abordagem a um senhor, este disse-nos para dizermos aos nossos familiares para votarmos na Manuelinha. =) Coitado.
No dia seguinte, estivemos com a Irmã Maria do Céu, que compôs algumas das músicas que nós cantamos e que nos contou que o facto de ter matado pardais com uma pistola de chumbos na sua juventude a inspirou a fazer uma canção sobre um caçador. Duas das canções escritas pela Irmã foram depois dramatizadas pelos mais pequeninos.
Depois do almoço, fizemos o balanço do fim-de-semana, onde alguns ficaram mais emocionados. Entretanto, chegaram os pais que nos acompanharam numa tarde onde pudemos apresentar algumas das actividades que realizamos e petiscar algumas coisas boas que os pais trouxeram. =)
Foi de facto um fim-de-semana espectacular no qual pudemos crescer mais um bocadinho e receber uma coisa muito boa…Muuuuuuuuuuuuuitos abraços. =)
Um beijinho faroleiro para todos
Marianinha, Inesita e Andreia
Foi de facto um fim-de-semana espectacular no qual pudemos crescer mais um bocadinho e receber uma coisa muito boa…Muuuuuuuuuuuuuitos abraços. =)
Um beijinho faroleiro para todos
Marianinha, Inesita e Andreia
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Farolitos

A Filipa é uma menina encantadora de 11 anos, que entrou para o grupo Farol aos três anos e meio (assim como aconteceu com a minha Marianinha e outros). E este fim-de-semana nos surpreendeu por Power Point com esta linda história e tão cheia de sentido! Uma história que marca bem o progresso de um testemunho vivo neste projecto com os seus companheiros Farolitos. E pronto, mais não digo sabem porquê? Porque vou deixar o resto das apresentações com as minhas filhas e com uma amiga. Sim, amanhã vão ser elas mesmas que vos vão aqui apresentar os objectivos deste grupo e com isso dar-vos também o exemplo da experiência que viveram este fim de semana em Ílhavo.
Por isso agora e por enquanto vão saboreando esta tão terna história pela qual eu tenho um enorme previlégio de a poder colocar neste espaço!
Obrigada Filipa!!!
De aprendiz a peça de um puzzle
"Era uma vez um menino que queria ser FAROL. Então dirigiu-se ao mestre faroleiro, que estava na “Escola Iluminar”, uma escola que ensinava aos meninos a serem faróis e cujo director era o mestre.
- Bom dia, mestre. Venho aqui porque eu quero ser FAROL, tornar-me FAROL e ser FAROL para os outros.
O mestre ficou espantado porque nunca ninguém lhe tinha dirigido assim a palavra. Todos os meninos e meninas que vinham para o colégio eram postos lá porque os pais os inscreviam, e não por vontade deles.
- Muito bem! – disse-lhe o mestre – E porque o queres ser?
- Para ajudar os outros e indicar-lhes o caminho. Não quero deixar que um barco se perca à deriva no mar. Quero ser luz!
Esta frase marcou o coração do mestre. Nunca tinha visto uma criança tão convicta no seu objectivo. Este sim, seria um verdadeiro FAROL.
O mestre não lhe entregou nenhuma ficha de inscrição para preencher nem coisa assim. Apenas lhe disse:
- Rapaz, vejo o que queres. Não te entrego uma ficha de inscrição porque para se ser farol, e quem o quer ser, não precisa de uma ficha de inscrição para intervir no seu caminho.
O menino sorriu para o mestre e deu-se um silêncio em que só o olhar falava.
- Sabe, - disse o menino – o silêncio dá-nos as respostas para a vida e indica-nos o destino que só Deus sabe…
E aí terminou a conversa entre o mestre e o menino.
- Dirige-te à sala principal e lá nos encontraremos daqui a um quarto de hora. – disse o mestre – Aproveita e come qualquer coisa.
Esta conversa deu a perceber ao mestre muita coisa, incluindo a vontade e a força que aquela criança tinha e o medo ultrapassado quando ela divulgou o seu sonho ao mais sábio dos faroleiros.
O menino dirigiu-se ao bar da escola para comer e de seguida foi ter à sala principal.
Quando lá chegou viu um grupo de alunos e supôs que ia ser a sua turma de trabalho. Aproximou-se para os saudar mas, para seu espanto, a turma não se mostrou minimamente interessada por o conhecer. Mal o grupo o viu começou logo a ofendê-lo com comentários do género:
- Olha aquele meia leca! Ouvi dizer que está no nosso grupo. O pobre coitado não se vai aguentar!
- Que sentimentalista! E que tal fazeres um livro? Ah, ah, ah…!
Todos gozavam com ele, mas o menino não desistiu, porque o seu maior sonho era ser farol e a sua força de vontade não o deixaria desistir do seu objectivo.
Chegou o mestre e o seu assistente! O menino está ansioso por começar as aulas.
- Bom dia, meninos. Este ano temos um colega novo no nosso grupo. Dêem-lhe muito apoio e façam-no sentir integrado no grupo. – disse o mestre – O primeiro passo a dar é serem todos amigos. Sem isso, nada feito mas penso que vão todos dar-se lindamente, por isso vamos passar ao próximo passo. Imaginem que encontram um amigo vosso a chorar. O que é que fazem?
A. Fazem de conta que não o conhecem e passam por ele sem dizer nada.
B. Passam por ele, chamam-lhe chorão e dizem-lhe para não chorar.
C. Vão ter com ele calmamente, perguntam-lhe o que se passa e ajudam-no a resolver a situação ou a esquecê-la.
- Ó mestre, essa é fácil! – diz um rapaz com ar armante e despreocupado – Chamo-lhe chorão, assim ele aprende a não chorar por coisas desnecessárias. É obvio que é a hipótese B!
- Eu cá discordo! – diz outro rapaz que acha que é o maior – Cá para mim é a hipótese A. Faço de conta que não o conheço, assim não me meto em problemas.
Eis que o menino responde:
- É a hipótese C! Eu nunca deixaria um colega meu a sofrer só porque eu não tinha coragem para enfrentar os problemas. Eu nunca ofenderia um amigo, mesmo vendo que ele estava a passar por um mau bocado. Todos nós temos uma segunda oportunidade e todos nós nos sentimos mal de vez em quando. Não é preciso ter vergonha de chorar. Chorar faz bem ao coração e limpa a alma.
- Muito bem! – disse o mestre – A resposta está certa! É a C.
Os colegas do menino ficaram pasmados com as palavras dele e acharam que ele tinha razão, mas não quiseram mostrar o seu outro lado sensível e não se deixaram intimidar.
Passaram-se dias e, de todas as tarefas que era para fazer e de todas as questões que o mestre fazia, o menino ganhava sempre. Os colegas dele ficavam com mais inveja dele e não lhe falavam nem o ajudavam. Eles pensavam que ele estava contente por ganhar sempre, mas o menino estava muito triste por os colegas não gostarem dele e lhe terem inveja. Tinha de continuar e ultrapassar o que sentia. Como o provérbio diz: “Deus escreve direito por linhas tortas”. Tudo se ia acabar por resolver e ele sabia disso.
Na prova final, todos os meninos tinham de responder a várias perguntas afixadas no papel e, se respondessem correctamente iam dar ao sítio certo, se respondessem errado iam dar ao mesmo sítio de onde tinham partido.
O menino respondeu correctamente às perguntas, mas quando estava quase a chegar à meta ouviu gritos, como se alguém estivesse a pedir socorro. Ele, assustado, não pensou duas vezes e seguiu o som. Era um colega seu que tinha tropeçado numa pedra e caído num precipício. Estava apenas agarrado a um ramo prestes a partir e o menino não sabia o que fazer. Até que teve uma ideia! Tirou imediatamente o seu cinto comprido das calças e lançou ao seu colega. As calças caíram-lhe, mas ele não se importou. Só o queria salvar! Atou a outra ponta do cinto a um tronco firme de uma árvore e começou a puxar. Conseguiu salvar o colega e este agradeceu-lhe muito.
- Salvaste-me a vida! Nem sei como te agradecer – disse o colega – Desculpa-me de todo o mal que te fiz, da inveja que senti por ti e de te troçar. Por favor, desculpa!
- Não precisas de me agradecer. Eu fiz aquilo que deveria ter feito. Se eu não vencesse o medo que tive quando te vi, quase a morrer, jamais me perdoaria. Eu tinha de te salvar! Ah, e já agora, podes-me dar o meu cinto? É que, se não te lembras, as calças caíram-me.
- É claro! – disse o colega rindo-se.
Quando chegaram à meta, todos aplaudiram… até aplaudiram mais do que ao vencedor.
- Anda ao meu gabinete, por favor! – disse o mestre ao menino – Quero dizer-te uma coisa.
O menino acompanhou o mestre até ao gabinete da escola.
- O que tu fizeste foi muito bonito, sabias?! Esqueceste-te de ti a pensar nos outros e não te lembraste da inveja que ele sentia por ti nem de todo o mal que ele te fez – disse o mestre.
- Eu não me importei de não ganhar, mas se eu perdesse este colega por má vontade minha, jamais me perdoaria. Nunca ouviu dizer “ Pensa primeiro nos outros antes de pensares em ti”?
- Sim, já ouvi falar e essa foi a frase com que comecei o meu percurso. Ao longo deste caminho eu tive pessoas que me ajudaram, que me apoiaram, que me invejaram e uma força invisível que sempre nos guia. Foi essa força que não te deixou desistir, que venceu todo o medo e que te ajudou a salvares o teu colega. Passaste na prova e, a partir de hoje, és um FAROL.
O menino ficou tão contente que nem disse nada.
Ele foi para um coro que se chama FAROL e que canta músicas sobre Deus. Esse coro tem pessoas de todas as idades e nele reina a união e a inter-ajuda entre todos, tal como num puzzle. Isto porque cada membro da família FAROL é uma peça do puzzle e basta faltar apenas uma para o puzzle ficar incompleto e para a união e a inter-ajuda falhar. Todas elas têm uma vontade de crescer, de ser diferente, de ver o mundo a sorrir e a cantar, de ver a vida de maneira diferente e, principalmente, de aprenderem uns com os outros. Este coro quer chegar aos corações de quem os ouve e passar a mensagem e o sonho que quer viver de mão em mão. Este coro ainda hoje existe e tu conhece-lo muito bem! "
- Bom dia, mestre. Venho aqui porque eu quero ser FAROL, tornar-me FAROL e ser FAROL para os outros.
O mestre ficou espantado porque nunca ninguém lhe tinha dirigido assim a palavra. Todos os meninos e meninas que vinham para o colégio eram postos lá porque os pais os inscreviam, e não por vontade deles.
- Muito bem! – disse-lhe o mestre – E porque o queres ser?
- Para ajudar os outros e indicar-lhes o caminho. Não quero deixar que um barco se perca à deriva no mar. Quero ser luz!
Esta frase marcou o coração do mestre. Nunca tinha visto uma criança tão convicta no seu objectivo. Este sim, seria um verdadeiro FAROL.
O mestre não lhe entregou nenhuma ficha de inscrição para preencher nem coisa assim. Apenas lhe disse:
- Rapaz, vejo o que queres. Não te entrego uma ficha de inscrição porque para se ser farol, e quem o quer ser, não precisa de uma ficha de inscrição para intervir no seu caminho.
O menino sorriu para o mestre e deu-se um silêncio em que só o olhar falava.
- Sabe, - disse o menino – o silêncio dá-nos as respostas para a vida e indica-nos o destino que só Deus sabe…
E aí terminou a conversa entre o mestre e o menino.
- Dirige-te à sala principal e lá nos encontraremos daqui a um quarto de hora. – disse o mestre – Aproveita e come qualquer coisa.
Esta conversa deu a perceber ao mestre muita coisa, incluindo a vontade e a força que aquela criança tinha e o medo ultrapassado quando ela divulgou o seu sonho ao mais sábio dos faroleiros.
O menino dirigiu-se ao bar da escola para comer e de seguida foi ter à sala principal.
Quando lá chegou viu um grupo de alunos e supôs que ia ser a sua turma de trabalho. Aproximou-se para os saudar mas, para seu espanto, a turma não se mostrou minimamente interessada por o conhecer. Mal o grupo o viu começou logo a ofendê-lo com comentários do género:
- Olha aquele meia leca! Ouvi dizer que está no nosso grupo. O pobre coitado não se vai aguentar!
- Que sentimentalista! E que tal fazeres um livro? Ah, ah, ah…!
Todos gozavam com ele, mas o menino não desistiu, porque o seu maior sonho era ser farol e a sua força de vontade não o deixaria desistir do seu objectivo.
Chegou o mestre e o seu assistente! O menino está ansioso por começar as aulas.
- Bom dia, meninos. Este ano temos um colega novo no nosso grupo. Dêem-lhe muito apoio e façam-no sentir integrado no grupo. – disse o mestre – O primeiro passo a dar é serem todos amigos. Sem isso, nada feito mas penso que vão todos dar-se lindamente, por isso vamos passar ao próximo passo. Imaginem que encontram um amigo vosso a chorar. O que é que fazem?
A. Fazem de conta que não o conhecem e passam por ele sem dizer nada.
B. Passam por ele, chamam-lhe chorão e dizem-lhe para não chorar.
C. Vão ter com ele calmamente, perguntam-lhe o que se passa e ajudam-no a resolver a situação ou a esquecê-la.
- Ó mestre, essa é fácil! – diz um rapaz com ar armante e despreocupado – Chamo-lhe chorão, assim ele aprende a não chorar por coisas desnecessárias. É obvio que é a hipótese B!
- Eu cá discordo! – diz outro rapaz que acha que é o maior – Cá para mim é a hipótese A. Faço de conta que não o conheço, assim não me meto em problemas.
Eis que o menino responde:
- É a hipótese C! Eu nunca deixaria um colega meu a sofrer só porque eu não tinha coragem para enfrentar os problemas. Eu nunca ofenderia um amigo, mesmo vendo que ele estava a passar por um mau bocado. Todos nós temos uma segunda oportunidade e todos nós nos sentimos mal de vez em quando. Não é preciso ter vergonha de chorar. Chorar faz bem ao coração e limpa a alma.
- Muito bem! – disse o mestre – A resposta está certa! É a C.
Os colegas do menino ficaram pasmados com as palavras dele e acharam que ele tinha razão, mas não quiseram mostrar o seu outro lado sensível e não se deixaram intimidar.
Passaram-se dias e, de todas as tarefas que era para fazer e de todas as questões que o mestre fazia, o menino ganhava sempre. Os colegas dele ficavam com mais inveja dele e não lhe falavam nem o ajudavam. Eles pensavam que ele estava contente por ganhar sempre, mas o menino estava muito triste por os colegas não gostarem dele e lhe terem inveja. Tinha de continuar e ultrapassar o que sentia. Como o provérbio diz: “Deus escreve direito por linhas tortas”. Tudo se ia acabar por resolver e ele sabia disso.
Na prova final, todos os meninos tinham de responder a várias perguntas afixadas no papel e, se respondessem correctamente iam dar ao sítio certo, se respondessem errado iam dar ao mesmo sítio de onde tinham partido.
O menino respondeu correctamente às perguntas, mas quando estava quase a chegar à meta ouviu gritos, como se alguém estivesse a pedir socorro. Ele, assustado, não pensou duas vezes e seguiu o som. Era um colega seu que tinha tropeçado numa pedra e caído num precipício. Estava apenas agarrado a um ramo prestes a partir e o menino não sabia o que fazer. Até que teve uma ideia! Tirou imediatamente o seu cinto comprido das calças e lançou ao seu colega. As calças caíram-lhe, mas ele não se importou. Só o queria salvar! Atou a outra ponta do cinto a um tronco firme de uma árvore e começou a puxar. Conseguiu salvar o colega e este agradeceu-lhe muito.
- Salvaste-me a vida! Nem sei como te agradecer – disse o colega – Desculpa-me de todo o mal que te fiz, da inveja que senti por ti e de te troçar. Por favor, desculpa!
- Não precisas de me agradecer. Eu fiz aquilo que deveria ter feito. Se eu não vencesse o medo que tive quando te vi, quase a morrer, jamais me perdoaria. Eu tinha de te salvar! Ah, e já agora, podes-me dar o meu cinto? É que, se não te lembras, as calças caíram-me.
- É claro! – disse o colega rindo-se.
Quando chegaram à meta, todos aplaudiram… até aplaudiram mais do que ao vencedor.
- Anda ao meu gabinete, por favor! – disse o mestre ao menino – Quero dizer-te uma coisa.
O menino acompanhou o mestre até ao gabinete da escola.
- O que tu fizeste foi muito bonito, sabias?! Esqueceste-te de ti a pensar nos outros e não te lembraste da inveja que ele sentia por ti nem de todo o mal que ele te fez – disse o mestre.
- Eu não me importei de não ganhar, mas se eu perdesse este colega por má vontade minha, jamais me perdoaria. Nunca ouviu dizer “ Pensa primeiro nos outros antes de pensares em ti”?
- Sim, já ouvi falar e essa foi a frase com que comecei o meu percurso. Ao longo deste caminho eu tive pessoas que me ajudaram, que me apoiaram, que me invejaram e uma força invisível que sempre nos guia. Foi essa força que não te deixou desistir, que venceu todo o medo e que te ajudou a salvares o teu colega. Passaste na prova e, a partir de hoje, és um FAROL.
O menino ficou tão contente que nem disse nada.
Ele foi para um coro que se chama FAROL e que canta músicas sobre Deus. Esse coro tem pessoas de todas as idades e nele reina a união e a inter-ajuda entre todos, tal como num puzzle. Isto porque cada membro da família FAROL é uma peça do puzzle e basta faltar apenas uma para o puzzle ficar incompleto e para a união e a inter-ajuda falhar. Todas elas têm uma vontade de crescer, de ser diferente, de ver o mundo a sorrir e a cantar, de ver a vida de maneira diferente e, principalmente, de aprenderem uns com os outros. Este coro quer chegar aos corações de quem os ouve e passar a mensagem e o sonho que quer viver de mão em mão. Este coro ainda hoje existe e tu conhece-lo muito bem! "
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
O Sabor da Graça do Reino de Deus a acontecer!!!
Parece que o velho ditado “Quem bem se quer, bem se encontra” é mais verdadeiro do que eu alguma vez podia imaginar. Lembram-se das saudades que disse que iria ter dos meus queridos companheiros de comunidade? Senti mesmo saudades… mas também a ausência não se fez sentir assim tanto. Senão reparem: a minha festa de anos surpresa, o Baptizado da Ritinha, o nascimento do Pai da Estrela para a vida eterna, o piquenique, um fim-de-semana incrível no Fiolhal, a Festa de anos do Arnaldinho…
Como vêm tudo acontecimentos marcados pela presença e convívio daqueles que se querem muito bem. Assim, gostava de partilhar convosco em algumas linhas o que mais me marcou em cada um destes encontros.
A minha festa de anos surpresa
Tenho um marido fabuloso que me foi mimando durante o dia, mas o melhor ficou reservado para à noite… estava eu na minha bicicleta de ginásio quando subitamente entra pela minha casa dentro o pessoal a cantar os parabéns e com uma série de coisas boas para partilhar. O que mais me encantou foi ver que se sentiam todos em casa e logo começaram a pôr a mesa e a organizar tudo. Eu fiquei ali parada estupefacta e agradecida por tanto carinho e por ter a oportunidade de passar aquele dia com aquela minha família.
O Baptizado da Ritinha
A Ritinha é mais uma das nossas sobrinhas lindas filha do casal mais bonito de Arouca, a Odete e o Miguel. Então no dia 26 de Julho lá fomos nós: Comunidade a caminho de Arouca. Um dia magnífico para celebrar em verdadeira comunhão aquele compromisso tão sério e puro daqueles pais que tinham um brilho alegre nos olhos por nos verem lá. Ainda éramos um grupinho jeitoso e eles certamente não contavam que fossemos tantos, afinal ainda era um pouco longe. Mas a verdade é que já deu para perceber que não importa a distância quando nos sentimos pertença uns dos outros. Houve quem comentasse que era só necessário um pretexto para estarmos juntos e fazermos festa… E assim foi, levamos merenda e abancamos no alto da Senhora da Mó. Com a nossa querida Célia a tocar guitarra lá começamos nós a dançar… não pude deixar de reparar que a nossa alegria e boa disposição de alguma forma contagiante despertou a atenção aos que por ali também estavam a piquenicar. Houve mesmo quem não resistisse a se aproximarem de nós pedindo se não nos importávamos que nos filmasse. Depois descemos novamente para nos juntarmos no lanche do Baptizado da Ritinha… Ficamos de voltar!
Nascimento do Pai da Estrela
Logo cedo começamos a passar a palavra de que o Pai da nossa querida companheira Estrela estava de partida para o Pai do Céu. Logo nos mobilizamos para estar em comunhão com a dor da Estrela Marcada pela saudade. Marcamos presença de um jeito que eu antes nunca tinha visto nos chamados velórios. Quisemos lembrar a Esperança em que vivemos mergulhados fruto da Fé comunitária que vivemos. Fizemos reflexão, oração, cântico e silêncio proporcionando um ambiente leve e sereno…
Piquenique
Como vêm tudo acontecimentos marcados pela presença e convívio daqueles que se querem muito bem. Assim, gostava de partilhar convosco em algumas linhas o que mais me marcou em cada um destes encontros.
A minha festa de anos surpresa
Tenho um marido fabuloso que me foi mimando durante o dia, mas o melhor ficou reservado para à noite… estava eu na minha bicicleta de ginásio quando subitamente entra pela minha casa dentro o pessoal a cantar os parabéns e com uma série de coisas boas para partilhar. O que mais me encantou foi ver que se sentiam todos em casa e logo começaram a pôr a mesa e a organizar tudo. Eu fiquei ali parada estupefacta e agradecida por tanto carinho e por ter a oportunidade de passar aquele dia com aquela minha família.
O Baptizado da Ritinha
A Ritinha é mais uma das nossas sobrinhas lindas filha do casal mais bonito de Arouca, a Odete e o Miguel. Então no dia 26 de Julho lá fomos nós: Comunidade a caminho de Arouca. Um dia magnífico para celebrar em verdadeira comunhão aquele compromisso tão sério e puro daqueles pais que tinham um brilho alegre nos olhos por nos verem lá. Ainda éramos um grupinho jeitoso e eles certamente não contavam que fossemos tantos, afinal ainda era um pouco longe. Mas a verdade é que já deu para perceber que não importa a distância quando nos sentimos pertença uns dos outros. Houve quem comentasse que era só necessário um pretexto para estarmos juntos e fazermos festa… E assim foi, levamos merenda e abancamos no alto da Senhora da Mó. Com a nossa querida Célia a tocar guitarra lá começamos nós a dançar… não pude deixar de reparar que a nossa alegria e boa disposição de alguma forma contagiante despertou a atenção aos que por ali também estavam a piquenicar. Houve mesmo quem não resistisse a se aproximarem de nós pedindo se não nos importávamos que nos filmasse. Depois descemos novamente para nos juntarmos no lanche do Baptizado da Ritinha… Ficamos de voltar!
Nascimento do Pai da Estrela
Logo cedo começamos a passar a palavra de que o Pai da nossa querida companheira Estrela estava de partida para o Pai do Céu. Logo nos mobilizamos para estar em comunhão com a dor da Estrela Marcada pela saudade. Marcamos presença de um jeito que eu antes nunca tinha visto nos chamados velórios. Quisemos lembrar a Esperança em que vivemos mergulhados fruto da Fé comunitária que vivemos. Fizemos reflexão, oração, cântico e silêncio proporcionando um ambiente leve e sereno…
Piquenique
Já há muito que o Vitor falava com os amantes de bicicleta da nossa comunidade de um passeio num sítio fantástico entre Ponte de Lima e Ponte da Barca. Logo começamos na organização de mais este encontro. Mais uma vez este ao melhor nível. Dia fantástico e local maravilhoso. Junto ao Rio pudemos andar de barco e fazer um churrasco muito saboroso, desfrutamos de uma boa sesta à sombra e frescura das árvores.Ficamos deliciados com as habilidades e traquinices que a nossa encantadora sobrinha e muito safadinha Mariana nos foi exibindo, tal era a satisfação dela. E no final do dia... depois já com o Sol a ficar mais envergonhado, um delicioso banho de rio para os corajosos! Eh! eh! eh! Pois eu achei a água muito fria e não fui.
Fim-de-semana no Fiolhal
Fomos convidados pelos nossos queridos companheiros Carlos e Glória para um fim-de-semana na sua casa no Fiolhal junto ao rio Tua. Lá fomos nós, um grupinho de cerca de 28 para mais uma aventura em comunidade. Passeio fantástico de comboio pelas margens do Rio e recepção fenomenal deste casal que só tem carinho no olhar. O Carlos e a Gloria de facto são um casal maravilhoso!!! Quanta ternura e dedicação que eles irradiam! Tornaram-se uma boa referência para nós: pela sua entrega, disponibilidade, simplicidade, acolhimento e sobretudo pela forma como eles em jeito de partilha nos foram contando a sua historia. Todos colaboraram nas tarefas e as dormidas foram em camaratas improvisadas. Tudo se acomodou, todos se sentiram em casa… ambiente fantástico. No Domingo enquanto púnhamos a mesa alguém dizia que o fazíamos para nós e para Jesus, sim porque se estamos reunidos por causa dele e sabendo nós como ele adora festas claro que só podia estar presente. É o nosso ressuscitado!!!! Está connosco! E nestes acontecimentos mágicos é impossível não sentir a sua presença.
Aniversário do Arnaldinho
O Arnaldinho é um sobrinho muito querido que se tornou Missão dos nossos companheiros Paula e Álvaro e no fim-de-semana passado teve talvez a sua festa de anos mais bonita. Como estava feliz aquele menino… e nós todos felizes por ele…
Como se pode ver estes encontros não param de a acontecer. Cada vez mais se cria entre nós um verdadeiro vinculo familiar. A simplicidade com que partilhamos a vida faz-nos saborear a Graça do Reino de Deus a acontecer. É indescritível o que sinto, acreditem!!! É uma gratidão que não cabe no peito!!!
Claro que somos Pessoas em construção e por isso erramos, mas sabemos aproveitar o dom e o privilégio que temos em podermos alcançar o sabor destas coisas tão boas que juntos vamos vivendo, crescemos mutuamente nesta alegria que reina entre nós.
Fim-de-semana no Fiolhal
Fomos convidados pelos nossos queridos companheiros Carlos e Glória para um fim-de-semana na sua casa no Fiolhal junto ao rio Tua. Lá fomos nós, um grupinho de cerca de 28 para mais uma aventura em comunidade. Passeio fantástico de comboio pelas margens do Rio e recepção fenomenal deste casal que só tem carinho no olhar. O Carlos e a Gloria de facto são um casal maravilhoso!!! Quanta ternura e dedicação que eles irradiam! Tornaram-se uma boa referência para nós: pela sua entrega, disponibilidade, simplicidade, acolhimento e sobretudo pela forma como eles em jeito de partilha nos foram contando a sua historia. Todos colaboraram nas tarefas e as dormidas foram em camaratas improvisadas. Tudo se acomodou, todos se sentiram em casa… ambiente fantástico. No Domingo enquanto púnhamos a mesa alguém dizia que o fazíamos para nós e para Jesus, sim porque se estamos reunidos por causa dele e sabendo nós como ele adora festas claro que só podia estar presente. É o nosso ressuscitado!!!! Está connosco! E nestes acontecimentos mágicos é impossível não sentir a sua presença.
Aniversário do Arnaldinho
O Arnaldinho é um sobrinho muito querido que se tornou Missão dos nossos companheiros Paula e Álvaro e no fim-de-semana passado teve talvez a sua festa de anos mais bonita. Como estava feliz aquele menino… e nós todos felizes por ele…
Como se pode ver estes encontros não param de a acontecer. Cada vez mais se cria entre nós um verdadeiro vinculo familiar. A simplicidade com que partilhamos a vida faz-nos saborear a Graça do Reino de Deus a acontecer. É indescritível o que sinto, acreditem!!! É uma gratidão que não cabe no peito!!!
Claro que somos Pessoas em construção e por isso erramos, mas sabemos aproveitar o dom e o privilégio que temos em podermos alcançar o sabor destas coisas tão boas que juntos vamos vivendo, crescemos mutuamente nesta alegria que reina entre nós.
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