Há uns meses
atrás, quando a Mila fez o relançamento do blog, publicou um texto chamado
“Faz-te ao largo com os irmãos.” (http://partilho-contigo.blogspot.pt/2013/10/faz-te-ao-largo.html)
Nele,
falou-nos da necessidade que temos dos outros para nos construirmos, da
necessidade que temos de ir criando laços comunitários para nos fazermos mais
gente e da forma como todas as experiências se cruzam.
Quando a
Mila estava a preparar o relançamento, disse-me que estava com ideias para o
blog e que tinha a certeza de que eu ia gostar. Claramente, acertou.
Ao longo
destes meses, tenho confirmado o enriquecimento que é ser espectadora de um
blog assim, partilhado por gente bonita, gente a caminho.
Quando a
Mila me pediu para tratar desta semana de Páscoa aqui neste cantinho, senti
algum medo. É um grande desafio escrever num blog que me vai tocando e
transformando de maneiras tão especiais.
No entanto, aceitei. A grande questão é: sobre o que posso escrever?
No entanto, aceitei. A grande questão é: sobre o que posso escrever?
Depois de
algum tempo a pensar, considerando que estamos em Tempo Pascal, que VER é uma
das dimensões mais importantes da Páscoa e que este blog é partilhado pelas 3
camisolas da Mila, vou tentar escrever um pouquinho sobre como este blog me tem
falado de VER através das partilhas das pessoas das 3 camisolas que a Mila
veste.
Já agora,
embora não pertença à mesma Comunidade que a Mila (eu sou da do Porto, ela da
de Gaia, que são comunidades com muitos pontos de encontro e comunhão), também
eu sou Redentorista. Redentorista, o que é isso? Bem, isso fica para outra
altura em que eu invada este blog, se vocês me deixarem voltar ;)
Para já, nos próximos dias, vou estar cá a escrever um pouquinho sobre a experiência de VER.
Para já, nos próximos dias, vou estar cá a escrever um pouquinho sobre a experiência de VER.
Acompanham-me?
Micaela Lemos Madureira
Micaela Lemos Madureira
2 comentários:
Olá Micaela, gostei da forma como te apresentas-te neste Blog tão especial para mim.
Quando a Mila me pediu para partilhar as minhas vivências, também comecei com medo. Não sabia até que ponto seriam positivas ou importantes para os outros, ou seja, de que forma iriam ser acolhidas e interpretadas.
Mas hoje olhando para trás não me arrependo de ter aceite o desafio. Mais do que para os outros tem sido importante para mim, porque se tornou numa forma de exteriorizar o que vai dentro da minha alma. Sinto-o também como um cantinho meu onde me posso refugiar e falar abertamente de mim, sem receios nem medo dos julgamentos. Afinal somos todos seres humanos com capacidades e limitações e em conjunto funciona-mos como um todo, ou seja, vivemos em comunidade. ninguém é capaz de viver sozinho...
Força. Estou curiosa...
Susana, obrigada pelo teu comentário e pelas tuas partilhas, que são uns bons lembretes, uns bons desafios e uma óptima inspiração para partilhas.
Beijinhos.
Enviar um comentário