sexta-feira, 25 de abril de 2014

Dia 5: A experiência de VER – O essencial é invisível aos olhos

Digam-me, como se vê o amor de um pai ou de mãe e como se quantifica a amizade de um amigo?
Os gestos e as palavras dizem muito, mas não dá para medir, quantificar, pesar e etiquetar, pois não?
O essencial da nossa vida, os pequenos nadas que nos mudam são assim, não se conseguem tocar, guardar e, muito menos, prender.
O essencial da vida reside no Amor, nas relações que somos capazes de criar, nos laços que fazemos e não há como desatar.
A Natacha, num comentário ao post que escrevi sobre precisarmos dos outros para ver, dizia que a minha proposta de reflexão a levou a “pensar em todos aqueles que dão o contributo invisível”: “uma ideia para resolver um problema, uma palavra de alento, um momento de escuta ativa ou a pergunta certa no momento certo também fazem toda a diferença. E aquela pessoa que acredita em nós quando até nós nos pomos em causa?”
Pois é, as pessoas invisíveis e as experiências invisíveis.
Por isso, hoje, quero despedir-me desta semana de partilhas como mais uma pergunta: quais são os invisíveis que te vão lembrando que é preciso ir aprendendo a VER BEM?

Micaela Lemos Madureira

1 comentário:

mila disse...

Os Invisíveis que me vão lembrando de que é preciso ir aprendendo a VER BEM, são aqueles que não se preocupam nem precisam de provar a ninguém o que fazem ou deixam de fazer. Por exemplo, há pessoas que se preocupam muito em como provar se Deus existe ou não, mas eu prefiro ver quem nos dê a provar experiências que façam sentido na nossa vida...E isso eu tenho visto e provado.
Obrigada Micaela pelas tuas partilhas destes dias. Obrigada por VERES este blog assim. Sempre foi esse o meu objetivo. Graças a ti e a todos que têm dado o seu contributo para que todos nos tornemos mais enriquecidos nos nossos olhos do coração.
Agora ficamos aguardar o teu testemunho como Redentorista.