segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Isto de ser Redentorista tem muito que lhe diga... (Parte 9)


Hoje, quero partilhar um textinho sobre Clemente Hofbauer, que foi o grande responsável por a congregação ultrapassar as fronteiras de Itália.
Logo no início de “Clemente Hofbauer – um apóstolo incansável”, escrito pelo Padre João Manso, lê-se sobre esse Redentorista:
“Tenta radicar-se em Viena, mas os condicionalismos políticos são desfavoráveis para o trabalho apostólico e vê-se obrigado a partir para a Polónia.
Percebe bem as necessidades do seu tempo, correspondendo-lhe com novas formas de apostolado.
Mas vê-se continuamente desalojado por guerras e perseguições sucessivas.
Homem de fé persistente, não desanima.
Sempre inconformado, quando não pode trabalhar num lado, vai para outro, e consegue desenvolver um trabalho adaptado, imaginativo, mesmo pioneiro, como é caso da sua acção com os jovens, nomeadamente os estudantes e os professores.”
É assim que, como redentoristas estamos chamados a ser: atentos aos sinais dos tempos e capazes de discernir a melhor forma de anunciar o Evangelho, isto é, de ser boa notícia e de dar boas notícias.
Nas constituições redentoristas, há diversos pontos em que é notório esse chamamento, essa obrigação.
Podia pôr aqui diversos exemplos, mas, hoje, quero salientar estas duas:
8.      Procurarão assiduamente discernir, conforme as circunstâncias, o que fazer ou o que dizer: se proclamar Cristo explicitamente ou, pelo menos, com o testemunho tácito de presença fraterna.
9.      Se as circunstâncias forem tais que alguma vez não haja possibilidade de propor, direta e imediatamente o Evangelho ou de anunciá-lo de modo pleno, devem os missionários, com paciência, prudência e grande confiança, dar testemunho da caridade de Cristo e, na medida do possível, fazer-se próximos de cada homem. Essa manifestação de caridade se fará pela oração, pelo sincero serviço prestado aos outros e pelo testemunho de vida, qualquer que seja sua modalidade.

Fica o desafio?

Micaela Lemos Madureira

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