Na última sexta-feira, foi dia de Santo
Afonso, o Fundador dos Redentoristas.
Ao pensar na sua vida, penso sempre o quanto
ela foi fecunda, na forma como deu frutos.
Um dia, Jesus disse que era a videira e nós os ramos. Sem dúvida, há ramos que se carregam de frutos. Santo Afonso foi desses.
Um dia, Jesus disse que era a videira e nós os ramos. Sem dúvida, há ramos que se carregam de frutos. Santo Afonso foi desses.
Ser Redentorista também é isso: levar
muito a sério o chamamento permanente a que sejamos fecundos.
Por isso, hoje, faço silêncio, para dar
a outro a possibilidade de falar sobre o nosso Afonso.
Abaixo, um texto publicado pelo
Missionário Redentorista Rui Santiago publicado no dia de Santo Afonso:
“Ele há gente cuja vida é muita gente!
Fazem parte da nossa História pessoas que procuraram com tanto afinco aquilo
que não se esgota que até os dias que viveram deixam de caber nas costuras dos
nossos calendários. Há quem deixe de herança dinheiro e terras e casas... E são
demais as histórias que tenho visto de heranças destas que provocam rupturas e
divisões e zangas. Há outra gente que deixa de herança uma paixão! Esses -
já vi eu! - deixam por herdo um lugar comum, um ponto de encontro entre muitos
que ficariam para sempre desconhecidos se não se descobrissem herdeiros comuns
de tal tesouro. Há heranças que separam irmãos de berço e há outras, mais
bonitas, queirmanam para sempre desconhecidos.
Ele há gente cuja vida é uma praça aberta, imensa, lugar de chegada e de partida de tanta outra gente, território de comunhão e encontro, descanso no Espírito e inquietação Evangélica... Outros fazem apenas da vida uma espécie de lugarejos isolados, becos sem saída, onde ninguém se encontra com ninguém. Esses, quando acabam de morrer, morrem de vez. Mas há os que fazem da vida praças largas, vidas desfronteiradas. Esses são os que fazem divertidos manguitos à morte e acenam, cheios de Graça, do lado sempre eterno da Vida, da Alegria e da Esperança, como quem conVida.
Ele há gente cuja vida é uma praça aberta, imensa, lugar de chegada e de partida de tanta outra gente, território de comunhão e encontro, descanso no Espírito e inquietação Evangélica... Outros fazem apenas da vida uma espécie de lugarejos isolados, becos sem saída, onde ninguém se encontra com ninguém. Esses, quando acabam de morrer, morrem de vez. Mas há os que fazem da vida praças largas, vidas desfronteiradas. Esses são os que fazem divertidos manguitos à morte e acenam, cheios de Graça, do lado sempre eterno da Vida, da Alegria e da Esperança, como quem conVida.
1 de Agosto
Memória de Afonso de Ligório,
Homem de Deus,
Micaela Lemos Madureira
2 comentários:
É este exemplo que quero seguir. Redentorista a caminho.
este testemunho ouvi e escutei e até me estremeceram as entranhas de tanto me ver e rever em todas as palavras...sinto que 1º estranhasse e depois entranhasse.
Enviar um comentário